segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

[NewsFimdeAno2015] Dexter está Morto - Jeff Lindsay - @Planeta

[NewsFimdeAno2015] Dexter está Morto - Jeff Lindsay - @Planeta


Sinopse: Dexter está Morto - Jeff Lindsay - @Planeta

Neste oitavo e último livro da cultuada saga do justiceiro – que inspirou a série de TV homônima –, a tensão e o suspense não dão descanso. Nem a morte.

Depois de sete livros, a saga do analista forense da Polícia de Miami, Dexter Morgan, chega ao fim. E a última história desse serial killer, que só mata os bandidos – nunca os mocinhos –, não começa nada bem. Ele está preso sob a acusação de duplo assassinato, incluindo o de sua mulher, Rita – crime que, por incrível que possa parecer, desta vez ele não cometeu –, e de pedofilia.

Para se livrar das grades e limpar sua ficha policial, ele terá a ajuda de Brian, seu irmão, que contrata um competente advogado para tirá-lo da cadeia.

No entanto, livre para investigar o que andam tramando contra ele, Dexter se mete em confusões mais complexas e que podem custar-lhe a vida.

Terá Jeff Lindsay a coragem de matar seu mais promissor e querido personagem? Abra este livro e descubra.

Resenha: Dexter - Seriado de TV
Classificação: 5/5 Favorito


Sinopse: Dexter - Seriado

Baseada na obra de Jeff Lindsay, "Darkly Dreaming Dexter", a série tem como protagonista um especialista forense em amostras de sangue, que trabalha para o Departamento de Polícia de Miami.
Ele também é um assassino serial que mata as pessoas que a polícia não consegue prender. A dupla identidade tem de ser escondida de todos, incluindo sua irmã e companheiros de trabalho.
Na infância, órfão aos quatro anos, Dexter é adotado por um policial que logo detecta sua tendência homicida. Com isso, consegue canalizar todo o fascínio de Dexter por vivissecção para algo que ele acredita ser "do bem": caçar os infratores da lei que estão acima da justiça e que acham brechas para praticar crimes.
De dia, Dexter surpreende a todos conseguindo rastrear cada passo de assassinos em série, seguindo suas pistas com meticulosidade assustadora. Isso porque sua mente assassina o guia através dos passos dos criminosos.
Após o dia de trabalho com o Departamento de Polícia de Miami, à noite, Dexter usa todo o conhecimento e instinto de serial killer para achar e matar os criminosos que ele caçou durante o dia. Isso faz com que ele viva um contraste diário entre o bem e o mal. Mas ele canaliza toda a sua vontade de matar para acabar com os outros assassinos em série.

Não costumo fazer resenhas de seriados de TV, mas me sinto na obrigação de dividir com vocês um pouco do meu último vicio. Passei os últimos meses, assistindo religiosamente a série Dexter. E nunca pensei me apaixonar por uma série assim, mas aconteceu, fazer o quê? Dexter tem oito temporadas, a última já finalizada, eu estou exatamente no episodio seis da última temporada, e resolvi vir dar minha opinião sobre a série num geral.

A resenha não vai conter spoilers de nenhuma temporada, eu pretendo dar minha opinião no geral, falar da série como um grande todo, só vou mesmo fazer uma simples sinopse, então, se você não assistiu, tem curiosidade, mais não sabe se vai gostar, espero ajudar você a se decidir!


O grande tema tratado por Dexter é a psicopatia. Dexter é um psicopata que segue um código de conduta que lhe foi ensinado pelo seu pai adotivo Harry. Ele só mata assassinos, ele mata pessoas como ele. Só que pessoas que matam inocentes. Dexter tem uma vontade de matar dentro dele, desde criança - que foi quando desenvolveu a doença, ele viu sua mãe ser morta e esquartejada aos quatro anos na sua frente, passou dias até que a polícia achasse ele e o corpo, Harry, o policial que o achou e o adotou, mais tarde percebeu que seu filho tinha traços psicopatas, e para evitar que Dexter machucasse inocentes, ele criou um código que Dexter segue durante toda a sua vida.    



O Código de Harry, serve para que Dexter, mantenha seu Passageiro Sombrio sobre controle, esse é como ele chama a sua vontade de matar. Ele é analista de Sangue da Polícia de Miami. Trabalhavam na polícia seu pai - agora já falecido , sua irmã Debra, como detetive, e ele na perícia dos casos.   


Dexter é um psicopata peculiar. Ele desenvolveu uma relação de amor com sua família, principalmente com sua irmã Debra, que ele cuida e protege com a sua vida se for preciso, seus filhos (ou enteados, no caso, já que ele namora uma mulher que tem duas crianças), e com as mulheres que passam pela sua vida ao longo da série. Ele como psicopata, não deveria sentir nada, nem amor, nem pena, nem culpa, mas Dexter sente, mesmo ele não percebendo e entendendo o que está sentindo.


Ele é um homem que vive uma vida dupla. De dia um Analista Florence, que resolve casos, o namorado ideal, o pai ideal, o irmão ideal, e de noite é o assassino que limpa o lixo que a polícia não consegue manter na cadeia. 



Ele não faz isso com o intuito de salvar vidas, mas em 99% porcentos dos casos, acabou salvando pessoas inocentes, o código de Harry, envolve pesquisa, Dexter, segue os assassinos, estuda suas vítimas e só mata se tem 100% de certeza que o homem ou mulher é culpado. Isso faz parte de seu ritual, ele pega os monstros, coloca eles em um lugar repleto de sacos - tudo plastificado, mostra para eles, porque estão presos na mesa dele, isso é, ele mostra fotos das vítimas dos assassinos e diz porque eles vão morrer, pega uma lamina de sangue, faz um corte na bochecha, coleta uma gota de sangue, esse é seu suvenir - pois todo o psicopata, tem seus troféus. Ele mata, como uma única facada no coração, corta o corpo em pedaços e despeja no mar. Uffa... Até cansei! 


E assim ele controla seu Passageiro Sombrio! Certo? Errado? Temos o quê? Um justiceiro solto? 
A grande verdade, é que a série brinca com a nossa percepção do certo e do errado, você sabe que Dexter, é doente, ele vê e conversa com seu pai morto... que no caso eu interpretei como sendo sua consciência. Ele mata pessoas, num ritual macabro, não faz isso porque é bonzinho e acha que é certo. Ele sabe que o que está fazendo é errado, mas, e um grande mais aqui, torcemos sempre para que ele pegue os monstros e acabe com eles antes que eles fação mau a alguém. Na maior parte das vezes ele age antes, porém nem sempre dá tão certo. 
Então a grande verdade da série, é que ela brinca com o especador. Eu, Paula, torci e torço por ele, perdi as contas de quantas vezes que me revirei na cadeira ou no sofá, aflita, que alguém pegasse ele em ação, ou que algum assassino escapasse e machucasse alguém que Dexter amasse.


Estou me despedindo da Série. Não sei como vai ser o grande fim, falta só cinco episódios, para mim saber como tudo isso termina, sei que li muitos comentários de pessoas, que odiaram o último episodio. Estou curiosa com minha reação, negativo ou positivo, eu amei acompanhar essas oito temporadas, amei me envolver como cada caso de polícia grande e os pequenos que acompanhamos. Me apaixonei pelas crianças que fazem essa série, me encantei com o carinho e a proteção que Dexter demonstra por eles, torci por todos os amores de Dexter, vivi intensamente sua relação linda com sua irmã Debra - acredito que a relação deles foi o que mais me tocou. Curti cada personagem secundário, que acabei não citando aqui na resenha, mas foram muito importantes para mim. E principalmente, refleti, criei grandes e pequenas teorias sobre a personalidade de Dexter, tentei entender esse personagem são intenso, contraditório e apaixonante. - Sim! Estou falando no grande assassino em série da história do seriado. E como eu disse, é muito difícil definir essa história, sendo que quebra muitos conceitos que acreditamos. Só assistindo mesmo!         



+ Dexter:


Paula Juliana

Um comentário:

  1. Há muito tempo procuro uma descrição que resuma o seriado, sem entregar demais e sem encantar de menos, finalmente a encontrei! Se permite, usarei ela para descrever a série para uns amigos haha. Excelente!

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