quinta-feira, 30 de junho de 2016

Resenha: Zac e Mia - A. J. Betts

Resenha: Zac e Mia - A. J. Betts
Classificação: 5/5 ♥ Favorito 
Editora: Novo Conceito

Sinopse: Zac e Mia - A. J. Betts

Zac e Mia - A última pessoa que Zac esperava encontrar em seu quarto de hospital era uma garota como Mia - bonita, irritante, mal-humorada e com um gosto musical duvidoso.
No mundo real, ele nunca poderia ser amigo de uma pessoa como ela.
Mas no hospital as regras são diferentes. Uma batida na parede do seu quarto se transforma em uma amizade surpreendente.
Será que Mia precisa de Zac? Será que Zac precisa de Mia? Será que eles precisam tanto um do outro?
Contada sob a perspectiva de ambos, Zac e Mia é a história tocante de dois adolescentes comuns em circunstâncias extraordinárias.

Uma leitura especial!

Essa foi uma obra daquelas que bati o olho e disse: Quero ler esse livro e muito, muito rápido! 

Então, não aguentei, fui lendo e vi que a história iria muita além da capa bonita e do romance que esperei que encontraria! Zac e Mia com diálogos espirituosos e um drama bonito, forte e envolvente me fez ter esperanças, me mostrou lados de uma mesma história que nunca tinha encontrado. A. J. Betts não fez mais um livro sobre a palavra com C, não é o câncer o drama principal, é uma obra sobre seus personagens, sobre pessoas, sobre vidas que lutam e sobrevivem! 

Me apaixonei, muito e completamente. Quando entendi que os personagens principais eram dois adolescentes doentes, pensei logo nos livros que tinha lido com esse tema, A Culpa é das Estrelas, foi o principal do meu repertório, mas me surpreendi com os eventos de Zac e Mia, pensei que iria seguir uma linha e foi outra completamente diferente, para mim a palavra que define essa linda história é: DEPOIS, pois é disso que se trata, e depois que descobrimos a doença, depois que se tratamos, depois que estamos ''curados'', a chamada remissão, e depois o que acontece? O que acontece com a cabeça das pessoas? Como é o seguir em frente? Como é o catar seus caquinhos e continuar vivendo? É viver? Ou é um grande limbo? Continuamos até que médicos, exames e hospitais lhes digam que estão 100% curados, ou que o pesadelo voltou? Zac e Mia vivem essa realidade, essa cruel e crua realidade.

Zac teve leucemia, se tratou, tem uma nova e bonita medula chamada Helga, sim, pois ele é parte outra pessoa agora, não é? Mia lutou contra a ideia que estava doente, até não ter mais opções, agora não tem mais câncer, mas também não tem mais uma perna, a menina popular e baladeira, tem que se encontrar novamente e lidar com uma nova vida, onde se sente mutilada! Dois dramas fortes, duas vidas que se cruzaram em um hospital, por meio de batidas na parede, uma amizade que se formou em meio a berros, lágrimas, brigas, de um lado e de outro de aceitação, força, família e esperança!    

Dois personagens que não poderiam ser mais diferentes e ao mesmo tempo tão iguais, ambos buscando algo, ansiando por novos começos, por vidas seguindo em frente, com novas realidade, novas limitações, novas perspetivas, onde coisas que antes importavam tanto, não importam mais!  

A autora tem uma escrita linda, é muito literária, muito bonita e delicada, os diálogos são ótimos, os personagens tão bem estruturados e delineados que é muito gostoso de se ler, as tiradas são engraçadas, algumas vezes pura graça e outras com aquele humor negro e ácido que adoro! Bem... fui conquistada!

Zac é lindo, fofo, um menino dez, não um nove, forte, racional, ele se apegou a números e estatísticas, mesma a dele sendo um grande cinquenta porcento, Mia é um furação, aquele que chega e quebra, bagunça tudo, uma menina perdida. Zac se encontrou em Mia e Mia se encontrou em Zac, razão e emoção, delicadeza e fúria, força e coragem!

Não é uma história com uma grande paixão, um grande romance, é uma história linda, inspiradora, de amor e amizade, que coloca as coisas que devem ser prioridade nos seus devidos lugares.  

Zac e Mia é uma obra que recomendo para todos. 
Todos os estilos e gostos, todas as pessoas que se deixem tocar, me emocionei muito, me aguentei para não chorar, terminei de ler com o coração na mão, mas completamente feliz e me sentindo muito, muito bem, coberta de esperança! A. J. Betts fez um belíssimo trabalho, uma obra sensível, emocionante, engraçada e envolvente, com aquele algo mais que sempre procuramos!

Paula Juliana  

quarta-feira, 29 de junho de 2016

[Lançamento SEOMAN] Eu sou Jack, O ESTRIPADOR - A autobiografia do mais famoso assassino da história!

[Lançamento SEOMAN] Eu sou Jack, O ESTRIPADOR - A autobiografia do mais famoso assassino da história!


***Jack, o Estripador - VIA Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Jack, o Estripador foi o pseudônimo dado a um assassino em série não-identificado que agiu no distrito de Whitechapel em Londres na segunda metade de 1888. O nome foi tirado de uma carta, enviada à Agência Central de Notícias de Londres por alguém que se dizia o criminoso.

Suas vítimas eram mulheres que ganhavam a vida como prostitutas. Duas delas tiveram a garganta cortada e o corpo mutilado. Teorias sugerem que, para não provocar barulho, as vítimas eram primeiro estranguladas, o que talvez explique a falta de sangue nos locais dos crimes. A remoção de órgãos internos de três vítimas levou oficiais da época a acreditarem que o assassino possuía conhecimentos anatômicos ou cirúrgicos.


Os jornais, cuja circulação crescia consideravelmente durante aquela época, deram ampla cobertura ao caso, devido à natureza selvagem dos crimes e ao fracasso da polícia em efetuar a captura do criminoso — que tornou-se notório justamente por conseguir escapar impune.
Devido ao mistério em torno do assassino nunca ter sido desvendado, as lendas envolvendo seus crimes tornaram-se um emaranhado complexo de pesquisas históricas genuínas, teorias conspiratórias e folclores duvidosos. Diversos autores, historiadores e detetives amadores apresentaram hipóteses acerca da identidade do assassino e de suas vítimas.

Em meados do século XIX, a Inglaterra experimentou um rápido influxo de imigrantes irlandeses, que incharam a população de desfavorecidos tanto no interior quanto nas principais cidades inglesas. A partir de 1882, refugiados judeus, escapando dos pogroms da Rússia czarista e do leste europeu, aumentaram ainda mais os índices de superpopulação, desemprego e falta de moradia. Londres, particularmente nas regiões do East End e Whitechapel, tornou-se cada vez mais sobrecarregada, resultando no desenvolvimento de uma imensa sub-classe econômica. Esta situação de pobreza endêmica levou várias mulheres à prostituição. Em outubro de 1888, a Polícia Metropolitana de Londres estimou a existência de 1.200 prostitutas de "classe muito baixa" vivendo em Whitechapel e em aproximadamente 62 bordéis. Os problemas econômicos vieram acompanhados por uma elevação contínua das tensões sociais. Entre 1886 e 1889, manifestações de famintos e desempregados eram uma constante rotina nas ruas londrinas.


Os assassinatos geralmente atribuídos a Jack o Estripador ocorreram na metade final de 1888, apesar da série de mortes brutais em Whitechapel persistirem até 1891. Parte dos assassinatos envolveram atos extremamente pavorosos, como mutilação e evisceração, narrados em detalhes pela mídia. Rumores de que os crimes poderiam estar conectados intensificaram-se em setembro e outubro, quando diversos órgãos de imprensa e a Scotland Yard receberam uma série de cartas perturbadoras de um remetente ou vários, assumindo responsabilidade por todos ou alguns dos assassinatos. Uma carta em particular, recebida por George Lusk do Comitê de Vigilância de Withechapel, incluía metade de um rim humano preservado. Principalmente devido à natureza excessivamente brutal dos crimes e a cobertura midiática dos eventos, o público passou a crer cada vez mais em um único assassino em série a aterrorizar os moradores de Whitechapel, apelidado de "Jack o Estripador" após a assinatura de um cartão-postal recebido pela Agência Central de Notícias. Apesar de as investigações não terem sido capazes de conectar as mortes posteriores aos assassinatos de 1888, a lenda de Jack o Estripador já havia se consolidado.

Na cultura popular:
Jack o Estripador já foi apresentado em diversas obras de ficção e cultura popular, ou como personagem principal ou em papéis secundários.

Na época dos assassinatos, uma versão teatral do livro The Strange Case of Dr. Jekyll and Mr. Hyde, romance com Robert Louis Stevenson, estava sendo apresentada. O tema central, sobre horríveis assassinatos nas ruas de Londres, chamou bastante atenção, fazendo inclusive com que o astro da peça fosse acusado por algumas pessoas de ser o próprio Estripador, embora esta teoria nunca tenha sido levada a sério pela polícia.


Em 1989, Alan Moore e Eddie Campbell lançam o romance gráfico From Hell, que apesar de confessadamente ser ficção, se aprofunda nas teorias de Stephen Knight sobre a identidade de Jack, o Estripador.

Em 1995, o escritor brasileiro Jô Soares lança o livro "O Xangô de Baker Street", que ambienta uma série de assassinatos de jovens mulheres (à maneira de Jack, o Estripador) no Rio de Janeiro imperial, cerca 1886. Na trama, o estripador é brasileiro, e após a infrutífera intervenção de ninguém menos que Sherlock Holmes nas investigações, foge impune para Londres, prosseguindo assim com seus assassinatos seriais naquela capital, dando origem ao mito.

Em 2001, Jack O Estripador foi vivido no filme From Hell, "Do Inferno", tendo Johnny Depp como ator principal fazendo o papel do Inspetor Frederick Abberline.


Em 2006, Jack o Estripador foi escolhido pela revista BBC History Magazine e seus leitores como o pior bretão da história.

Em 2009, estreou na ITV a série Whitechappel onde os detetives do infame distrito de Londres investigam uma série de assassinatos que imitam os de Jack, o Estripador em pleno século XXI.
Em 2012, a BBC começou a transmitir a série Ripper Street. A série passa-se em 1889, seis meses após os assassinatos de Jack, o Estripador e segue as investigações da H Division de Whitechappel que nunca conseguiu encontrar o estripador.

Em 2014, Jack, O Estripador foi retratado no livro A Mordida do Vampiro do escritor brasileiro, Laerte Verrier. Na obra, o assassino é retratado como tendo origens no vampirismo. Segundo o autor, Jack era na verdade um vampiro que agia nas sombras da noite londrina, de nome Aaron.


A lenda do Estripador continua sendo divulgada no East End de Londres, com várias visitas guiadas nos locais dos crimes. O The Ten Bells, um pub Vitoriano na Comercial Street que era frequentado pelas vítimas de Jack o Estripador, foi o foco de tais visitas por muitos anos. A fim de lucrar em cima disso, os proprietários mudaram seu nome para "Jack the Ripper" na década de 1960, mas depois de protestos por feministas e outros grupos, o pub voltou ao seu nome original.

Num dos conteúdos adicionais do jogo Assassin's Creed Syndicate (2015), os jogadores juntam forças com o Inspector Frederick Abberline para tentarem capturar Jack, o Estripador.

Paula Juliana

terça-feira, 28 de junho de 2016

[Lançamento Petit Editora] O CAMINHO DAS ESTRELAS - Da médium: Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Autor Espiritual: Antônio Carlos

[Lançamento Petit Editora] O CAMINHO DAS ESTRELAS - Da médium: Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Autor Espiritual: Antônio Carlos



SINOPSE: O caminho das estrelas, novo romance do Espírito Antônio Carlos, psicografado por Vera Lúcia de Carvalho Marinzeck, conta a história de Lenita, que desencarna ainda adolescente por causa de um câncer. Ao acordar na alados jovens no hospital da colônia Aprendiz do Amor, perdida entre as lembranças da vida encarnada, lembra-se de sua mãe lhe dizendo: “Filha, quando você morrer, irá para o céu morar numa estrela...”. Mas agora, na realidade da nova existência, busca compreender sua condição. O começo é difícil, pois seus familiares se desesperam e choram, afetando-a de forma negativa. Tudo muda quando os familiares de Lenita recebem um importante auxílio: o livro Violetas na janela. Após a leitura, eles passam a agir de modo diferente, enviando-lhe vibrações positivas. Ela pode, então, sentir-se tranquila.

LANÇAMENTO DO MÊS
Mais uma vez o Espírito Antônio Carlos nos surpreende com sua habilidade em nos aproximar dos personagens. Em O Caminho das estrelas ele apresenta a história de Lenita e sua evolução espiritual. Após desencarnarem decorrência de um câncer, ela passa por dificuldades na adaptação à nova existência, agravada pelos lamentos da família. Quando seus familiares recebem o livro Violetas na janela, do Espírito Patrícia, passam a entender essa mudança de planos, o que provoca neles tranquilidade, e, consequentemente, passam a emanar boas vibrações a Lenita. Feliz com essa mudança de padrão mental da família, a jovem vai à colônia de estudos onde Patrícia trabalha para conhecê-la e agradecer-lhe a dádiva alcançada. Ao ver a colônia ao longe, e sua luminosidade, parecendo uma estrela, imediatamente se recorda da mãe, que, brincando, lhe dizia que uma estrela seria sua morada.


VERA LÚCIA MARINZECK DE CARVALHO
Nasceu na cidade de São Sebastião do Paraíso, estado de Minas Gerais.
Médium dedicada à psicografia, casada e mãe de três filhos, trabalha, profissionalmente, ao lado do marido. Reconciliação foi sua primeira obra psicografada, em 1989, de autoria do Espírito Antônio Carlos, e lançada pela Petit Editora em 1990. Vera Lúcia já psicografou mais de 50 obras, ultrapassando a marca de mais de 5 milhões de exemplares vendidos, entre eles o best-seller Violetas na janela, do Espírito Patrícia. Outros títulos de Patrícia, psicografados por Vera, são Vivendo no mundo dos espíritos; A Casa do Escritor e O voo da gaivota.

Paula Juliana

segunda-feira, 27 de junho de 2016

[É Charme] Em uma combinação mais do que perfeita de tatuagens, moto e um violão a tiracolo, Zane chega para deixar os fãs de Patrícia Rossi ainda mais apaixonados! @EdCharme

[É Charme] Em uma combinação mais do que perfeita de tatuagens, moto e um violão a tiracolo, Zane chega para deixar os fãs de Patrícia Rossi ainda mais apaixonados!  @EdCharme


''Preparem a jaqueta de couro, botas e capacete, pois vamos pegar carona com um tal motoqueiro que promete arrancar suspiros.

Em uma combinação mais do que perfeita de tatuagens, moto e um violão a tiracolo, Zane chega para deixar os fãs de Patrícia Rossi ainda mais apaixonados!

Sucesso no Wattpad e Amazon, Zane ganhou uma boa repaginada, com direito à nova revisão e capa de fazer qualquer um babar...

Sinopse:
Zane Hudson.
Motoqueiro.
Músico.
Tatuado.

Quinn Armentrouth.
Alta sociedade, luxo, glamour.
Tudo no mundo para separá-los.

Ele sabe o que é abandono.
Ela já foi traída.
Uma ex perseguidora.
Um ex que não aceita perder.
Eles pertencem a mundos diferentes.
Mas nem por isso a química entre eles é menor.
A atração é explosiva, instantânea.
Uma mãe que abandona...
Outra que repreende.
Percalços.
Sexo, romance... amor.
Essa paixão seria forte o suficiente para mantê-los unidos?

O livro já está em pré-venda, com lançamento oficial em 29/07/2016. E quem comprar até o dia do lançamento, lá na nossa loja, leva o livro autografado.


Paula Juliana

domingo, 26 de junho de 2016

[Lançamentos Novo Conceito] O Ano em que te Conheci - Cecelia Ahern - EdNovoConceito

[Lançamentos Novo Conceito]  O Ano em que te Conheci - Cecelia Ahern - EdNovoConceito


Gênero: Drama
Nro Páginas: 336

Sinopse: Bem-vindos ao mundo imperfeito de Jasmine e Matt.

Vizinhos, eles não têm o menor interesse em tornarem-se amigos e nunca haviam se falado antes. Estavam sempre ocupados demais com suas carreiras para manter qualquer tipo de contato.


Jasmine, mesmo sem nunca tê-lo encontrado, tem motivos para não suportar Matt.

Ambos estão em uma licença forçada do trabalho e sofrendo com seus dramas familiares. Eles precisam de ajuda. 

Na véspera de Ano-Novo, os olhares de Jasmine e Matt se encontram de forma inusitada pela primeira vez. Eles têm muito tempo livre e precisam rever seus conceitos para poder seguir em frente.

Conforme as estações do ano passam, uma amizade improvável lentamente começa a florescer.

Uma história dramática, original e divertida como só Cecelia Ahern é capaz de escrever.


Autora: Cecelia Ahern Biografia:

Antes de engrenar na carreira de escritora, Cecelia Ahern se formou em Jornalismo e Comunicação. Aos 21 anos, escreveu seu primeiro romance, P.S. Eu te amo,que se tornou um best-seller internacional e foi adaptado para o cinema. Seus outros romances — A Vez da Minha Vida, Onde Terminam os Arco-íris, Aqui é o Melhor Lugar, Se Você Me Visse Agora e As Suas Lembranças São Minhas — foram todos best-sellers #1.

Cecelia foi uma das criadoras da série de TV Samantha Who?,que ganhou um Emmy.
Seus livros foram publicados em 46 países. Foram vendidas mais de 20 milhões de cópias no mundo todo. A autora mora em Dublin (Irlanda) com sua família.

Última resenha de obra da autora no Blog:

Resenha: Como Se Apaixonar - Cecelia Ahern
Classificação: 5/5 ♥ Favorito 
Editora: Novo Conceito

Sinopse: Como Se Apaixonar - Cecelia Ahern
Depois de não conseguir evitar que um homem acabasse com a própria vida, Christine passa a refletir sobre o quanto é importante ser feliz. Por isso, ela desiste de seu casamento sem amor e aplica as técnicas aprendidas em livros de autoajuda para viver melhor.
Adam não está em um momento muito bom, e a única saída que ele encontra para a solução de seus problemas é acabar com sua vida. Mas, para a sorte de Adam, Christine aparece para transformar sua existência, ou pelo menos tentar ajudá-lo. 
Ela tem duas semanas para fazer com que Adam reveja seus conceitos de felicidade. Será que ele vai voltar a se apaixonar pela própria vida?

A grande pergunta é: Como NÃO se apaixonar por essa obra?

Terminei Como Se Apaixonar... feliz, uma leitora mergulhada em um lindo mundo de amor e fantasia. Acredito que o papel de um bom livro além de nos fazer refletir sobre inúmeros assuntos que até então não paramos para pensar e debater todos os dias, é também de nos fazer sonhar e suspirar, então tiro novamente meu chapéu para a autora Cecelia Ahern, pois ela conseguiu com todo o louvor me fazer mergulhar nessa obra, me apaixonar totalmente por seus personagens, engolir o livro e me fazer pensar, refletir e ponderar sobre um assunto mega polemico que é o suicídio! 

Vocês podem me perguntar... Paula como um livro com a temática de morte, de alguém tirar sua vida, pode te fazer suspirar e completamente apaixonada?  Bom... Cecelia consegue! Conseguiu fazer uma obra cheia de sentimento, conseguiu colocar uma realidade absurda nos protagonistas, nas situações, nas vulnerabilidades dessas pessoas que deixou Como Se Apaixonar uma obra intensa, bonita, com drama, sim, e com muito amor, com muita verdade e com muita realidade em meio a ficção que me encantou! 

Nem vou comentar como sorri lendo, como a escrita tem um humor nostálgico, como Adam tem um humor engraçado e sarcástico, como até Christine me fez dar aquelas risadas gostosas!

Como vocês já sabem meu primeiro contato com a autora foi pelo livro A Lista, que é maravilhoso também, a diferença é que nesse primeiro contato não tinha o romance de uma forma tão forte, não como pude assistir no filme PS: Eu te amo, que é um dos grandes sucesso de Ahern e nessa leitura, e achei incrível como me envolvi com a história e como foi me apaixonar por essa magica que a autora realiza em seus textos!

Christine vê um homem se suicidar e pior, se culpa por não ter conseguido o impedir.  
Esse choque lhe mostra como sua vida estava infeliz, como ela não estava realizada, estava acomodada e triste! Então, depois de presenciar esse homem tentar tirar sua própria vida, ela resolveu VIVER a dela. Ela deixa seu casamento falido para trás e se empenha ainda mais nas leituras de seus livros de autoajuda que tanto ama!

Porém, por uma graça do destino, ela presencia outra tentativa de suicídio, só que dessa vez tem a chance de fazer o certo, de SALVAR essa vida!  

É pendurado do lado de fora de uma ponte que conhecemos o doce ADAM, que está em um momento péssimo de sua vida, sua namorada estava tendo um caso com seu melhor amigo, seu pai a beira da morte, doente, perdeu seu emprego amado e ainda por cima herdará o império de seu pai, uma empresa que nunca quis, mais que sempre passou de pai para filho. Decidido que nada mais vale a pena, Adam tenta se matar, nesse momento, conhece sua salvadora: Christine! 

Ele NÃO PULA! E a moça tem duas semanas para mostrar para esse homem que a vida pode ser boa, que pode ser... FELIZ!
E então, juntos saem em busca da felicidade, em busca de se APAIXONAR pela vida novamente!

É muito bonito ver o crescimento de Adam e Christine, principalmente ver a mudança deles, nos atos, nos pensamentos, nas motivações, nas buscas! A gente se apaixona junto, pensa sobre esses momentos da vida e se coloca no lugar deles também! Imaginem como não está a vida, a cabeça de  uma pessoa para ela chegar a um grande extremo assim? O que levaria? Uma situação que ocorreu de modo isolado? E como buscar ajuda? Como perceber que se precisa dessa ajuda? E como ver quando está ''ajuda'' esta chegando de uma forma inusitada, como foi o caso da nossa história!?!

Bonito! Intenso! INSPIRADOR!

Realmente indico Como Se Apaixonar... pelo romance, pela temática e principalmente pelos sentimentos que me causou durante a leitura, aquele apego com os personagens, a torcida para que se curassem, que cada um a sua maneira se bastasse, porém que ficassem juntos, que conseguissem se enxergar e lidar com seus fantasmas!

Cecelia Ahern tem uma escrita DELICIOSA, cativante e viciante, terminei essa obra com vontade de ler TODOS seus livros, de pegar esse sentimentos de aperto no peito e trancar, o guardar para sempre junto com esse amor que Adam e Christine me mostraram e me fizeram sentir! Completamente APAIXONADA!

Autora e suas OBRAS:


Paula Juliana

[Lançamentos Novo Conceito] Marcela Tavares sem Filtro- Marcela Tavares - EdNovoConceito

[Lançamentos Novo Conceito] Marcela Tavares sem Filtro- Marcela Tavares - EdNovoConceito


Gênero: LITERATURA NACIONAL
Nro Páginas: 144

Sinopse: A atriz Marcela Tavares não pediu para ser uma das vozes mais ouvidas da internet. Ela não entrou na fila dos youtubers, não foi lançada por algum famoso e nem fez promessa para conseguir o sucesso a todo custo. Ela apenas ligou a câmera, falou com liberdade e muito bom humor o que vinha à cabeça, e, em menos de seis meses, sua página no Facebook já era uma das mais acessadas da internet brasileira.

O quadro “;Marcela Sem Filtro”;, conhecido por pessoas de todas as idades e classes sociais, tornou-se um grito de longo alcance, representando a voz de muitos brasileiros e até mesmo espectadores de outras nacionalidades. E agora, com mais humor do que nunca, no livro que está em suas mãos.


Numa época em que dizer o que se pensa torna-se quase um crime inafiançável, a pequena genial, armada apenas com um celular e grandes olhos verdes, faz a cada semana uma verdadeira revolução nas redes sociais.

Paula Juliana

sexta-feira, 24 de junho de 2016

[Semana Incarnate] Editora Valentina #EdValentina #SemanaIncarnate #Postagem Cinco

[Semana Incarnate] Editora Valentina #EdValentina #SemanaIncarnate #Postagem Cinco


Também conhecido como: Sam
Ficha Técnica:
Nome: Dossam
Idade: +5,000 anos
Profissão: Músico

Aparência:
"A barba por fazer escurecia seu queixo e, embora aparentasse a mesma idade que eu, era bem mais alto. Tinha pele bronzeada, olhos afastados um do outro, e cabelo escuro e despenteado."
Habilidade:
Dossam é músico e com o decorrer dos anos e das vidas que viveu aperfeiçoou sua habilidade com qualquer tipo de instrumento, além disso ele também aprendeu a criar seus próprios instrumentos, buscando a perfeição sempre que se propõe um projeto.
Personalidade:
Sam é doce, carismático e fiel. É o ponto de apoio de Ana durante toda a história, preocupado e sensível ele faz o possível para que ela se sinta aceita e amada mesmo quando tudo e todos estão contra ela. Assim como é com
seus instrumentos quando decide o que é certo ou não luta até o fim para que o correto seja feito.


Quotes:
Almanova
"[...] E quem você é não está estabelecido aos olhos de todos. Ninguém sabe o que esperar de você. Alguns diriam que a sociedade caiu na rotina. Que está estagnada. Graças ao fato de ser nova, você tem a capacidade de nos tirar disso."

"- Sinceramente? Eu acho que as pessoas não têm certeza se vale a pena conhecê-la. É como decidir se vale a pena fazer amizade com uma borboleta, já que ela não estará ali de manhã."

Almanegra:
"- Já vivi o bastante para saber que sempre acabaremos nos arrependendo de algumas coisas, mas não há nada que possamos fazer para mudar o passado. Ainda assim, de vez em quando algumas delas se resolvem sozinhas, de um jeito que você não esperaria."

"- Você é linda. - disse, as mãos repousadas em meus joelhos. - E mais sábia do que qualquer um poderia imaginar. O mundo precisa de você, Ana. Você nos desafia, faz com que as pessoas pensem e abram os olhos para encarar as verdades que passam tempo demais ignorando. De vez em quando, me dou conta do quão perto estivemos de nunca tê-la conosco, e isso me apavora. Nossa imortalidade tem um preço."

Infinita:
"Eu confio em você. Você vê o mundo de uma forma diferente do resto de nós, e quero aprender a vê-lo assim também. Você nos desafia, nos inspira. Você me inspira."
"...O que eu disse sobre acreditar que você pode fazer qualquer coisa, ser quem quiser... ainda penso da mesma forma. Ainda a admiro por não deixar que as limitações alheias a detenham. Adoro isso em você. Eu te amo."




Também conhecida como: Almanova Sem-Alma
Ficha técnica:
Nome: Ana
Idade: 18 anos
Característica: Ela é a primeira Almanova há nascer em 5.000 anos.

Aparência:
"Na verdade, você parece muito com Menehem quando eu o vi pela última vez, com os cabelos vermelhos e as sardas. Você demonstra a bravura de sua mãe e a inteligência de seu pai, mas algumas coisas, como música e poesia, são paixões da alma."

Habilidade:
Assim como Sam ela gosta de música e aprende rápido. Torna-se aluna de Dossam para aprofundar seus conhecimentos musicais. Não tem nenhuma habilidade marcante a não ser que sua coragem e destemor sejam caracterizados aqui.

Personalidade:
Ana é corajosa e quando se vê confrontada devido a sua condição de Almanova passa a lutar pelos direitos dos próximos que virão depois dela, mesmo sem saber se terá outra vida ou não. Ela é determinada e se mantém fiel aos seus preceitos e planos, por mais que isso possa lhe trazer dificuldades. Ana não tem medo de enfrentar um mundo que se vê acomodado enquanto tenta mudar tudo e todos.



Quotes:
Almanova:
"- Deveria haver uma razão para eu ter substituído Ciana. Sem dúvida, eu não era um erro, um grande opss, foi sem querer que custara a alguém a própria imortalidade, e afundara a todos os outros na dor da perda."

"- Deveria haver uma razão para eu ter substituído Ciana. Sem dúvida, eu não era um erro, um grande opss, foi sem querer que custara a alguém a própria imortalidade, e afundara a todos os outros na dor da perda."

Almanegra:
"Aquelas palavras. Elas faziam meu coração bater mais rápido. Queria ser capaz de lhe dizer como eu me sentia, o que ele provavelmente desejava escutar, mas só de pensar nas palavras eu começava a suar. Pessoas sem alma não podiam amar. "

"- De vez em quando, coisas boas surgem de situações e lugares inesperados. Como a morte de uns permitindo que outros vivam. Ou a ausência de cicatrizes após a queimadura provocada por uma sílfide. - Levantei as mãos, apenas sujas pelo grafite do lápis - Ou as rosas, que me ensinaram como cuidar das coisas, ainda que ninguém, achasse que a cor delas era o bastante."

Infinita:
“MINHA MORTE NÃO seria um recomeço.
Por milhares de anos, a morte em Range significou outro renascimento. Outra vida. Até que alguém morreu na noite em que o templo escureceu, e eu nasci no lugar dessa pessoa.”

"Eu era um mistério que todos buscavam controlar, uma criatura assustadora que havia obrigado o mundo a reconsiderar tudo o que sabia sobre a vida e a morte e o que acontecia em seguida. Um mistério a ser desesperadamente ignorado, um erro que jamais se repetiria."

Paula Juliana

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Resenha: Graffiti Moon - Um artista, uma sonhadora, uma noite, um significado. O que mais importa? - Cath Crowley

Resenha: Graffiti Moon - Um artista, uma sonhadora, uma noite, um significado. O que mais importa? - Cath Crowley
Classificação: 4/5 ♥ Favorito
Editora: Valentina

Sinopse: Graffiti Moon - Um artista, uma sonhadora, uma noite, um significado. O que mais importa? - Cath Crowley
Uma aventura emocionante e perigosa como um grafite clandestino. Uma noite de arte e poesia, humor e autodescoberta, expectativa e risco e, quem sabe, amor verdadeiro.
Um artista, uma sonhadora, uma noite, um significado. O que mais importa?
O ano letivo acabou, aliás, o último ano do ensino médio. Lucy planejou a maneira perfeita de comemorar: essa noite, finalmente, ela encontrará o Sombra, o genial e misterioso grafiteiro, cujo fantástico trabalho se encontra espalhado por toda a cidade. Ele está de spray na mão, escondido em algum lugar, espalhando cor, desenhando pássaros e o azul do céu na noite. E Lucy sabe que um artista como o Sombra é alguém por quem ela pode se apaixonar — se apaixonar de verdade.
A última pessoa com quem Lucy quer passar essa noite é o Ed, o cara que ela tem tentado evitar desde que deu um soco no nariz dele no encontro mais estranho de sua vida.
Mas quando Ed conta para Lucy que sabe onde achar o Sombra, os dois de repente se juntam numa busca frenética aos lugares onde sua arte, repleta de tristeza e fuga, reverbera nos muros da cidade. Mas Lucy não consegue ver o que está bem diante dos seus olhos.

''E todos os pássaros daquele muro caem do céu. Eu os vejo caindo de barriga para cima. Uma tempestade deles cobre o chão. Mais tarde, vou pintar o céu vazio e dos pássaros caídos. Vou pintar, e saber que pior que estar preso num jarro é não estar em lugar nenhum.'' 

Vai além de cativante. 
Graffiti Moon foi uma leitura melancólica, uma história leve, ao mesmo tempo que forte, um lirismo impressionante, uma sensibilidade que comove e envolve o leitor.
Difícil descrever um enredo que se passa tão rápido, em uma só noite, que conta uma história tão profundamente, de um modo tão inteligente, tão artístico. O livro tem muito do que costumo chamar de literatura por literatura, aquele apego ao poético, as descrições emotivas, o lado sensível das palavras.

A autora Cath Crowley escreve o tipo de história que pode ser lido por todos e que acaba encantado a todo o tipo de leitor, tendo um apelo especial aos fãs das artes, dos livros, das gráficas, desenhos, trabalhos manuais, poesia. As descrições em si são pura arte. Um prazer ler, acompanhar, conhecer Lucy e Ed, entrar em uma aventura de uma noite com eles e seus amigos. Jovens, românticos, espíritos livres, em busca de algo mais. Em busca de se encontrarem, de declararem ao mundo suas verdades, suas imperfeiçoes, suas histórias.

Lucy é uma sonhadora. Uma romântica, mesmo tendo quebrado o nariz de seu primeiro encontro quando o menino passou a mão em sua bunda, pobre coitado esse, que não sabia que seus caminhos ainda iriam se cruzar novamente. Lucy está se formando, trabalha com Al, sonha em estudar arte, faz trabalhos em vidro, e está completamente obcecada pelo menino que se apelida de Sombra.

Sombra é Ed, um artista. Grafiteiro, um garoto em busca de si mesmo, mergulhado em seu mundo, saiu da escola por ''não saber escrever'', a forma de Ed se expressar é desenhando, com suas linhas e suas cores, seus pássaros, e seus tons de azul. Ed se esconde e Sombra conta tudo pelos seus muitos muros pintados pela cidade. Filho de uma mãe solteira, preso em um mundo onde não vê grandes possibilidades.

Engraçado como o enredo de Graffiti Moon é de certo modo simples de ser contado e ao mesmo tempo tão complexo, como seus personagens tão bem formados e com seus bons diálogos conseguem contar uma história completa, contar vidas entre idas e voltas, entre o presente momento de uma noite que é onde se passa e se fecha essa história.

Graffiti Moon é uma história bonita, é contada de uma forma muito lirica, de uma forma muito poética, cheia de metáforas e figuras de linhagens, é também triste por mostrar realidades tristes, histórias que podem e acontecem com pessoas de carne e ossos,  e que são tão sensivelmente contadas entre figuras e palavras, entre os desenhos e cores de Ed, os vidros de Lucy, os poemas de Leo, nosso Poeta.

Graffiti Moon foi uma leitura que me deixou melancólica, me envolveu, me fez sorrir, e sonhar, admirei a beleza da escrita e a simplicidade e fortaleza da história, a capa é completamente coerente com o enredo e seus personagens. Arte e poesia de uma forma que nunca vi. Recomendadíssimo para os fãs de boa literatura e de obras ricas!

''- Onde é o incêndio, Lucy Dervish? - pergunta meu pai.
 Em mim. Por dentro, estou pegando fogo. Concluo que tenho o bastante e posso oferecer um pouco ao Ed. Decolo sob o céu escuro que desbota e clareia, rosa. Devo algumas palavras ao Ed. Com você. Me importo com você.''

Paula Juliana

[Semana Incarnate] Editora Valentina #EdValentina #SemanaIncarnate #Postagem Quatro

[Semana Incarnate] Editora Valentina #EdValentina #SemanaIncarnate #Postagem Quatro


ESSA MUSICA ME LEMBRA ALGUÉM....

Semana Especial de Incarnate não poderia deixar de ter um "Essa música me lembra alguém...", então sai a procura de duas músicas que combinassem um pouco a situação de Ana e Dossam e acontece que acho que encontrei ambas em duas bandas maravilhosas. Uma música é sujeita a várias interpretações e aliada a um livro e a percepção de cada leitor essas percepções só crescem, Então, tirem suas próprias conclusões. Vem comigo!

I am Only One - We are the Fallen
We are the Fallen é uma banda composta por ex-integrantes das bandas Evanescence: Ben Moody, John LeCompt e Rocky Gray, além da sexta colocada do American Idol 7, Carly Smithson e do ex-Disturbed e Static-X, Marty O’Brien. I am Only the Fallen é uma música que me lembrou Ana pela sensação de solidão, senti que esta música retrata um pouco de como a ela se sente, da sensação de estar sozinha e não vivido tanto quantos os outros. Mas também fala de sua força e da forma como ela cresceu e lutou pelo que acreditava até o fim, mesmo isso significando que talvez ela desperdiçasse sua única chance de viver uma vida ao lado do Sam.

You and Me - Lifehouse
A música escolhida é You and Me, de seu 3º álbum do Lifehouse. A canção alcançou o #5 na Billboard Hot 100 e permaneceu na parada por 66 semanas, além disso, fez parte da trilha sonora de vários seriados. Escolhi ela por me lembrar de Dossam e de sua confusão em relação a Ana apesar do amor que sente, de tudo que ele esperou e só encontrou quando a conheceu. A forma como apesar das incertezas ele a segue, confia e não tem medo de como as coisas podem acabar. Essa música com certeza é de Sam.




PLAYLIST

Moonlight Sonata – Ludwig van Beethoven
I Am Only One – We Are The Fallen
Primavera – Ludovico Einaudi
You and Me – Lifehouse
Time for Miracles – Adam Lambert
Clair de Lune – Claude Debassy
Make This Go On Forever – Snow Patrol
All That I’m Asking For – Lifehouse
Divenire – Ludovico Einaudi
In The End – Snow Patrol
Hearing Voices – OneRepublic
Answer – Sarah McLachlian

quarta-feira, 22 de junho de 2016

[Semana Incarnate] Editora Valentina #EdValentina #SemanaIncarnate #Postagem três

[Semana Incarnate] Editora Valentina #EdValentina #SemanaIncarnate #Postagem três 


Entrevista:

Blog: Olá Jodi. Em primeiro lugar, gostaria de agradecer a oportunidade de fazer essa entrevista com você. Antes de começar a entrevista, gostaria de saber, para você, quem é Jodi Meadows?

Olá e obrigada !
Quem é Jodi Meadows? Uma autora com uma dependência de cafeína e um pequeno exército de furões. Por quê? Quem é ela para você ???

Blog: Sei que essa pergunta depende muito do seu humor, mas perguntarei da mesma forma: Hoje, o que lhe levou a escrever a trilogia Incarnate?

Eu já tinha várias peças para a inspiração da trilogia na minha cabeça, e a ideia real aconteceu muito tempo antes que eu escrevi as primeiras palavras. Então, eu realmente não me lembro do momento em que decidi escrever o livro, só que ele parecia ser um livro muito difícil de escrever, então eu o coloquei de lado até o dia que senti que não tinha mais nada a provar – ou a perder.

Blog: A trilogia Incarnate tem muito sobre o tema reencarnação. Você fez pesquisas religiosas sobre o assunto ou se ateve apenas ao que encontrou na internet?

Eu fiz alguma pesquisa sobre o assunto, para me certificar de que não estava pisando no pé de ninguém. Mas, no final, a reencarnação do meu livro é uma fantasia completa. Não é baseado em quaisquer crenças reais.

Blog: Todos nós sabemos do seu amor por furões. De onde começou isso e quantos você adotou até hoje?

Eu vi um furão quando eu era um adolescente e sabia que queria um. Quando me casei, levou algum tempo para convencer o meu marido de aceitar essa ideia, mas no final ele apenas me queria feliz. Agora ele também ama furões.

Blog: Tricotar é um trabalho ou um hobby?

Eu faço crochê, malha, e giro fios - como um hobby. É algo que faço por diversão e para relaxar. Nunca quis transforma-los em um trabalho.

Blog: Você tem alguma previsão de quando pode chegar a sair os Greatest Hits of Dossam?

Provavelmente nunca! Quer dizer, como eu vou escrever a música?? Eu não sou um compositor. Você não gostaria que a música que eu criar, seria um desastre hahaha. Mas adoraria que algum dia existisse.

Blog: Você sabia como Infinita iria terminar quando escreveu Almanova?

Sim! Quando comecei a escrever Almanova, eu sabia exatamente como iria acabar Infinita. Algumas mudanças foram feitas durante o meu processo de revisão, mas a cena final do livro não se alterou.

Blog: Deu trabalho escrever o relacionamento de Ana e Sam? Eles são tão diferentes – em questão de experiência – e deve ter sido difícil escrever para não fazer um relacionamento forçado.

Não foi difícil. Eu sabia que eles estavam trabalhando para estar juntos, e havia tantas partes de ambos os personagens que complementam o outro. Eles se encaixam.

Blog: Você pensou desde o início na relação de Sam com os dragões ou foi algo que aconteceu no amadurecimento da escrita?

Eu tinha uma ideia sobre a relação de Sam com os dragões, mas quando chegou a cena em Infinita, quando os dragões vieram foi que eu percebi como era sério!

Blog: Sabemos que lançastes ano passado um novo livro. Pode nos falar mais sobre ele? Tem previsão de lançamento dele no Brasil?

Meu próximo livro se intitula “The Orphan Queen”. Nele nós temos a história de Wilhelmina, ela é uma princesa que foi levada para longe de sua terra natal quando criança e se aperfeiçoou no furto. Ela volta após dez anos como espiã, junto com seus amigos, se infiltram na corte para descobrir o que houve e salvar a sua nação de um problema. Só que seus inimigos já estão a espreita, e Wil deve ser mais inteligente e rápida que todos. Ele ainda não foi lançado no Brasil, mas espero que seja em breve.

Blog: Uma pergunta que todos querem saber: Tem interesse de visitar o Brasil?
Essa é uma pergunta fácil de responder. Eu adoraria visitar o Brasil a qualquer momento, me dizem coisas maravilhosas sobre seu país.

Blog: Qual a importância do blogueiro literário?
Eu amo os blogueiros literários. Eles são tão apaixonados por livros e leituras, além de espelhar a palavra sobre os que amam. É um grande trabalho!

Blog: Por ultimo, obrigada pela participação. Deixe uma mensagem para os seus fãs brasileiros.
Olá Brasil! Vocês são verdadeiramente surpreendentes. Eu amo o quanto vocês se preocupam com livros e quão completamente doce todos vocês são. Obrigado pela leitura!