sábado, 7 de maio de 2016

[Lançamento SEOMAN] Eu sou Jack, O ESTRIPADOR - A autobiografia do mais famoso assassino da história!

[Lançamento SEOMAN] Eu sou Jack, O ESTRIPADOR - A autobiografia do mais famoso assassino da história!


***Jack, o Estripador - VIA Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Jack, o Estripador foi o pseudônimo dado a um assassino em série não-identificado que agiu no distrito de Whitechapel em Londres na segunda metade de 1888. O nome foi tirado de uma carta, enviada à Agência Central de Notícias de Londres por alguém que se dizia o criminoso.

Suas vítimas eram mulheres que ganhavam a vida como prostitutas. Duas delas tiveram a garganta cortada e o corpo mutilado. Teorias sugerem que, para não provocar barulho, as vítimas eram primeiro estranguladas, o que talvez explique a falta de sangue nos locais dos crimes. A remoção de órgãos internos de três vítimas levou oficiais da época a acreditarem que o assassino possuía conhecimentos anatômicos ou cirúrgicos.


Os jornais, cuja circulação crescia consideravelmente durante aquela época, deram ampla cobertura ao caso, devido à natureza selvagem dos crimes e ao fracasso da polícia em efetuar a captura do criminoso — que tornou-se notório justamente por conseguir escapar impune.
Devido ao mistério em torno do assassino nunca ter sido desvendado, as lendas envolvendo seus crimes tornaram-se um emaranhado complexo de pesquisas históricas genuínas, teorias conspiratórias e folclores duvidosos. Diversos autores, historiadores e detetives amadores apresentaram hipóteses acerca da identidade do assassino e de suas vítimas.

Em meados do século XIX, a Inglaterra experimentou um rápido influxo de imigrantes irlandeses, que incharam a população de desfavorecidos tanto no interior quanto nas principais cidades inglesas. A partir de 1882, refugiados judeus, escapando dos pogroms da Rússia czarista e do leste europeu, aumentaram ainda mais os índices de superpopulação, desemprego e falta de moradia. Londres, particularmente nas regiões do East End e Whitechapel, tornou-se cada vez mais sobrecarregada, resultando no desenvolvimento de uma imensa sub-classe econômica. Esta situação de pobreza endêmica levou várias mulheres à prostituição. Em outubro de 1888, a Polícia Metropolitana de Londres estimou a existência de 1.200 prostitutas de "classe muito baixa" vivendo em Whitechapel e em aproximadamente 62 bordéis. Os problemas econômicos vieram acompanhados por uma elevação contínua das tensões sociais. Entre 1886 e 1889, manifestações de famintos e desempregados eram uma constante rotina nas ruas londrinas.


Os assassinatos geralmente atribuídos a Jack o Estripador ocorreram na metade final de 1888, apesar da série de mortes brutais em Whitechapel persistirem até 1891. Parte dos assassinatos envolveram atos extremamente pavorosos, como mutilação e evisceração, narrados em detalhes pela mídia. Rumores de que os crimes poderiam estar conectados intensificaram-se em setembro e outubro, quando diversos órgãos de imprensa e a Scotland Yard receberam uma série de cartas perturbadoras de um remetente ou vários, assumindo responsabilidade por todos ou alguns dos assassinatos. Uma carta em particular, recebida por George Lusk do Comitê de Vigilância de Withechapel, incluía metade de um rim humano preservado. Principalmente devido à natureza excessivamente brutal dos crimes e a cobertura midiática dos eventos, o público passou a crer cada vez mais em um único assassino em série a aterrorizar os moradores de Whitechapel, apelidado de "Jack o Estripador" após a assinatura de um cartão-postal recebido pela Agência Central de Notícias. Apesar de as investigações não terem sido capazes de conectar as mortes posteriores aos assassinatos de 1888, a lenda de Jack o Estripador já havia se consolidado.

Na cultura popular:
Jack o Estripador já foi apresentado em diversas obras de ficção e cultura popular, ou como personagem principal ou em papéis secundários.

Na época dos assassinatos, uma versão teatral do livro The Strange Case of Dr. Jekyll and Mr. Hyde, romance com Robert Louis Stevenson, estava sendo apresentada. O tema central, sobre horríveis assassinatos nas ruas de Londres, chamou bastante atenção, fazendo inclusive com que o astro da peça fosse acusado por algumas pessoas de ser o próprio Estripador, embora esta teoria nunca tenha sido levada a sério pela polícia.


Em 1989, Alan Moore e Eddie Campbell lançam o romance gráfico From Hell, que apesar de confessadamente ser ficção, se aprofunda nas teorias de Stephen Knight sobre a identidade de Jack, o Estripador.

Em 1995, o escritor brasileiro Jô Soares lança o livro "O Xangô de Baker Street", que ambienta uma série de assassinatos de jovens mulheres (à maneira de Jack, o Estripador) no Rio de Janeiro imperial, cerca 1886. Na trama, o estripador é brasileiro, e após a infrutífera intervenção de ninguém menos que Sherlock Holmes nas investigações, foge impune para Londres, prosseguindo assim com seus assassinatos seriais naquela capital, dando origem ao mito.

Em 2001, Jack O Estripador foi vivido no filme From Hell, "Do Inferno", tendo Johnny Depp como ator principal fazendo o papel do Inspetor Frederick Abberline.


Em 2006, Jack o Estripador foi escolhido pela revista BBC History Magazine e seus leitores como o pior bretão da história.

Em 2009, estreou na ITV a série Whitechappel onde os detetives do infame distrito de Londres investigam uma série de assassinatos que imitam os de Jack, o Estripador em pleno século XXI.
Em 2012, a BBC começou a transmitir a série Ripper Street. A série passa-se em 1889, seis meses após os assassinatos de Jack, o Estripador e segue as investigações da H Division de Whitechappel que nunca conseguiu encontrar o estripador.

Em 2014, Jack, O Estripador foi retratado no livro A Mordida do Vampiro do escritor brasileiro, Laerte Verrier. Na obra, o assassino é retratado como tendo origens no vampirismo. Segundo o autor, Jack era na verdade um vampiro que agia nas sombras da noite londrina, de nome Aaron.


A lenda do Estripador continua sendo divulgada no East End de Londres, com várias visitas guiadas nos locais dos crimes. O The Ten Bells, um pub Vitoriano na Comercial Street que era frequentado pelas vítimas de Jack o Estripador, foi o foco de tais visitas por muitos anos. A fim de lucrar em cima disso, os proprietários mudaram seu nome para "Jack the Ripper" na década de 1960, mas depois de protestos por feministas e outros grupos, o pub voltou ao seu nome original.

Num dos conteúdos adicionais do jogo Assassin's Creed Syndicate (2015), os jogadores juntam forças com o Inspector Frederick Abberline para tentarem capturar Jack, o Estripador.

Paula Juliana

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