domingo, 27 de março de 2016

[Especial Overdose Literária ] A Saga Divergente por Paula Juliana - Resenhas!

[Especial Overdose] A Saga Divergente por Paula Juliana - Resenhas!


Resenha: Divergente - Divergente - Livro 1 - Veronica Roth

Sabe quando lemos uma história e gostamos tanto que só o ato de escrever sobre ela nos dá medo? Medo de não passar para quem está lendo o quanto ela é grandiosa. O quanto te ensinou, te emocionou e te viciou. Medo de não conseguir expressar o quão grande e bonito é a sua mensagem.
É isso que sinto ao escrever sobre esse livro. Divergentes da Autora Veronica Roth. Sou uma amante das distopias, não é de hoje que essa atmosfera caótica, juntamente com sua crítica social e seus romances tão intensos me agradam. Hoje posso afirmar que um dos meus gêneros literários preferidos (se não o preferido!) é o Gênero Distópico.

"Trabalhando juntas, as cinco facções têm vivido em paz há anos, cada uma contribuindo com um diferente setor da sociedade. A Abnegação supriu nossa demanda por líderes altruístas no governo; a Franqueza providenciou líderes confiáveis e seguros no setor judiciário; a Erudição nos ofereceu professores e pesquisadores inteligentes; a Amizade no deu conselheiros e zeladores compreensivos; e a Audácia se encarrega de nossa proteção contra ameaças tanto internas quanto externas."

Divergentes é um arraso. Em meio a toda sociedade criada, ele nos leva a conhecer cinco facções: Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição. É por meio delas que a sociedade é construída, e as pessoas se relacionam. Nossa ''mocinha'' é uma Careta, uma Abnegada. Quando completam dezesseis anos, as pessoas são colocadas para fazer um teste de aptidão que vai dizer se você deve ficar na sua facção ou mudar de facção. Porém, a um pequeno detalhe... ''Facção a frente do sangue''. Se você trocar de facção, troca de vida e começa uma história nova, não tem mais família. Será que tudo isso vale a pena?

'' Em Certas Partes do mundo antigo, o gavião simboliza o sol. Quando fiz esta tatuagem, pensei que, se eu carregasse o sol comigo, não teria medo do escuro.''

Tris é a nossa valente mocinha. Ao conhece-la realmente pude ver o que é uma protagonista corajosa. Beatrice seguiu o que seu coração mandou, foi direta, egoísta e corajosa. Foi dura. Me fez chorar com ela, vezes por ela, vezes por seus atos. Entramos de cabeça no mundo dela. Sofremos em silencio. Choramos de noite e reprimimos o choro com ela; pulamos de trens e se apaixonamos com ela. Fico muito feliz de ter acompanhado essa primeira parte de sua transição.

'' -Você é minha filha. Não importo com as facções. - Ela balança a cabeça. - Veja só para onde elas nos levaram. Os seres humanos, de uma maneira geral, não conseguem se bons por muito tempo antes que o mal penetre novamente entre nós e nos envenene.
(...) - Seja corajosa, Beatrice. E amo você. ''

''Meu pai costumava dizer que, ás vezes, a melhor maneira de ajudar alguém é simplesmente ficando ao seu lado.''

A família é um ponto muito forte nessa história. Apesar da família da protagonista ser afastada dela logo de inicio, foi presente durante todo o tempo na narrativa. No começo do livro a Autora colocou uma dedicatória falando sobre a força das mães e em especial a sua e a de Tris. Fui entender o que ela se referiu durante a narrativa. A Mãe de Tris chega a ser mais forte e durona que ela. Me EMOCIONEI demais nessas partes, talvez por ter uma forte relação com minha mãe, ou talvez, pelas cenas serem tão fortes e intensas que era impossível não se envolver.

'' Mas o objetivo não é perder o medo. Isso seria impossível. Aprender a controlar seu medo  e libertar-se dele é o verdadeiro objetivo.''

'' Ninguém é perfeito - sussurro. - As coisas não funcionam assim. Quando nos livramos de uma coisa ruim, outra substitui.''  

Temos também uma referencia muito grande quanto aos medos. Nossos personagens são testados, confrontados e aterrorizados. Não para aprender a superar seus medos, e sim para aprender a controlá-los. Ser mais forte do que o que pode te derrubar.

'' -Meu instinto imediato é de pressionar você até que você ceda, só para ver o quanto terei que empurrar - diz ele, apertando os dedos ao falar a palavra ''ceda''. Meu corpo fica tenso com a aspereza da sua voz e se contrai como uma mola, fazendo com que me esqueça de respirar. ''

E agora eu TENHO que falar do mocinho. O que seria das boas histórias, sem seus bons heróis? Nada! Precisamos dos protagonistas fortes e que nos conquistam, que nos fazem suspirar e sofrer. Sem eles as histórias (as Boas histórias!) não seriam nada! 
Aqui temos Quatro. Sim Quatro é o apelido do nosso grande herói! Seu nome e o motivo do apelido descobrimos no final (tenho que falar que eu matei a história antes de aparecer!! Palmas para mim!!!).

Beatrice pode achar que não; mais eu achei Quatro ''doce, gentil ou especialmente bondoso'';''esperto e corajoso'' e Forte. Não foi amor a primeira vista nem nada. Só reparei que estava lá no sofá suspirando por ele perto da página 300 e aí já era. Não só pelas cenas bonitinhas, mas pelo apoio e proteção que ele oferece a ela, mesmo ela sendo durona como é. Quatro é um belo personagens. Amei ele!

'' -Você esta Bonita Tris.
Suas palavras me surpreendem, e meu coração salta de repente.'' 

'' Que quer que seja eu gosto dele. Agora é mais fácil admitir isso a mim mesma, no escuro, depois de tudo que aconteceu. Ele não é doce, gentil ou especialmente bondoso. Mas é esperto e corajoso e, embora tenha me salvado, tratou-me como uma pessoa forte.''

Espero ter passado um pouco de como Divergente é uma obra Maravilhosa. Todas as lições da história, os medos que somos capazes de aprender a superar antes que nos superem. O amor incondicional de uma família, a relação entre pais e irmãos, que sociedade nenhuma no mundo é capaz de destruir, e a força de caráter e luta em meio a uma sociedade em ruínas.
Divergente é nota 1.000!

''Havia fogo na lareira e paz no meu coração...tudo era tranquilo.
Eu nunca havia sido carregada nas costas por um garoto enorme, ou gargalhado tanto na mesa de jantar que minha barriga doesse, ou escutado o tumulto de centenas de pessoas falando ao mesmo tempo. A paz é contida; isso aqui é liberdade.''


Resenha:Insurgente - Divergente - Livro 2 - Veronica Roth

'' O mundo não funciona assim, Beatrice. O mal depende do ponto de vista de quem o vê.'' 

O mundo é feito de escolhas e escolhas definem o que somos. Uma escolha que pode mudar sua vida, que pode se tornar um sacrifício. Salvar ou destruir vidas. É Nessa eletrizante atmosfera que vêm com tudo, o livro, Insurgente da Autora Veronica Roth.

'' ... Como seria bom se a vida funcionasse assim, livrando-nos da nossa sujeita e nos devolvendo, limpos, para o mundo. Mas certas sujeiras parecem destinadas a durar.''

Quem vêm acompanhado meu blog, pode conferir minha resenha de Divergente (aqui!), e ver o quanto essa história me dominou, me emocionou e me conquistou. Não deu outra, semanas depois eu trouxe para vocês Insurgente. E eu pensei que não tinha como gostar mais desse livro do que tinha gostado do primeiro. Insurgente é mais intenso, mais caótico, mais tudo! É 2.000 Volts de adrenalina.

'' No futuro, quando a minha memória começar a falhar, o que terei para me lembrar de como eles eram? Seus rostos vão mudar na minha memória. Nunca mais vou vê-los novamente. '' 

Começamos Insurgente do mesmo ponto que terminou Divergente. Não vou fazer um resumo, pois não quero entregar spoilers do final do primeiro livro. Quero que vocês descubram e sintam algo parecido com o que senti. 
O que posso comentar é que nesse segundo livro a coisa está realmente feia. Conhecemos mais sobre facções como: Amizade, Franqueza e os sem Facções. Em Divergente conhecemos a fundo a Abnegação, a Audácia e a Erudição. Agora temos uma visão bem ampla de toda a sociedade, de como funciona, seus pontos positivos e negativos.

'' ''Deixe que a culpa lhe ensine como agir da próxima vez'', diria meu pai.
'' Eu te amo. Independente de qualquer coisa'', diria minha mãe.
Parte de mim gostaria de apagá-los da minha mente, para que eu nunca precisasse sofrer por eles. Mas outra parte teme o que me tornaria sem eles.''

Tris começa a trama colhendo o que plantou. Seus atos e suas escolhas da ação final de Divergente. Tris entra em uma grande guerra consigo mesma. Coisas que acontecem e que requerem que se perdoe, mas a culpa e a solidão vão atormentando a menina. Ela faz coisas muito impensadas em Insurgente. Quase me matou do coração várias vezes. Muitas vezes tive vontade de entrar na história só para dar uma sacudida na mocinha ou bater com a cabeça dura dela na parede! (risos!!) Tris é forte e fiel a suas escolhas e pensamentos. Muitas vezes esqueceu de si mesma e não deu importância a sua própria vida. Até chegar a um ponto tão fundo que ela acordou e gritou: Não! Eu Quero viver!

'' Envolvo sua cintura com um braço e respiro fundo contra seu ombro. Ele cheira a suor, ar puro e menta. (...) Ele também cheira a segurança, como uma caminhada por um pomar ensolarado ou um café da manha silencioso no refeitório.''

Como no primeiro livro sua família continuou tendo um grande peso na narrativa. Sofri com eles e por eles. Sofri também pelo nosso mocinho, Quatro. E sinceramente não sei como ele não desistiu da Tris. Ele é guerreiro. Mesmo quando ela mesmo sendo tão forte desistiu de si mesma, ele estava lá por ela. Mesmo ela escondendo, tramando e mentindo. Gente! Eu amo a Tris, tá!! Tris tinha um propósito. Estava em busca da verdade. E ela estava certa, mesmo escolhendo caminhos não tão aconselháveis, ela foi a única lutando pelo certo. Pelo que ia mudar tudo.

''Às vezes - diz ele, deslizando os braços ao redor do meus ombros -, as pessoas só querem ser felizes, mesmo que seja de uma maneira irreal.'' 

Mas foi um sofrimento para mim ver o relacionamento de Tris e Quatro ir de um super romance a um certo distanciamento por conta dos segredos (de ambos!) . Horas que eu queria gritar: '' Vocês estão percebendo o que está acontecendo?? Consertem isso!!''. Mas Quatro em momento nenhum me decepcionou. Muito pelo contraio. Nem Tris. Tris me fez se contorcer no sofá, na cama e no ônibus. A todo o lugar que eu ia lendo essa obra estava eu lá absorvida pela história, nos braços fortes de Quatros e na mente Divergente e perceptiva de Beatrice.

'' Mas Quatro Chama. Ele entrega o seu orgulho em sua postura, e na maneira como seus olhos apoderam-se de tudo que veem. Isso não é um traço  da Amizade. Só pode ser da Audácia.''

'' - Você passou aquele tempo todo insistindo que era egoísta demais para eles, e agora que sua vida está em jogo, você resolve agir como uma heroína? Qual o seu problema? ''

Houve um momento da história que quase morri do coração. Nesse momento pensei: '' Nossa a Autora poderia ter feito uns três livros se tivesse dividido esse''. Porque, Pessoal! São tantos clímax na história que não temos nem tempo de respirar. Muito bom. Não tenho como escrever elogios suficientes para esses livros. Só posso aconselhar que quem não leu ainda, leia.

''Ele ainda acredita que sou forte o bastante. Forte  o  bastante para não precisar de sua compaixão. Eu costumava achar que ele tinha razão, mas agora não tenho tanta certeza.''

'' Estou quase com medo dele. Não sei o que dizer quando vejo seu lado desequilibrado, e ele está presente agora, borbulhando sob a superfície das suas ações, como ás vezes acontece com meu lado cruel. Ambos travamos uma guerra dentro de nós. Às vezes, isso nos mantém vivos. Outras vezes, ameaça nos destruir.'' 

Insurgente é outro nível. É integrante, intenso, nos faz chorar, rir e se desesperar. Ansiamos encontrar a tão falada verdade que Tris tanto procura.  O final é espetacular, é do tipo que você pergunta: '' Para Tudo! O quê?!''  e '' Não pode terminar assim!!" e, '' O que faço agora? Preciso do Final!!''.

'' Acho que choramos para  libertar nosso lado animal, sem perder a humanidade. Porque, dentro de mim, há uma fera que rosna, ruge e luta por liberdade, por Quatro e, acima de tudo, pela vida.

Tris me ensinou muitas coisas nessa obra. Foi um prazer conhecer mais a fundo Quatro e foi terrivelmente bom ir acompanhado a atmosfera da história e ir seguindo em frente, e pensar que as coisas iam realmente ficar feias. Foi divertido e intenso mesmo em meio a uma sociedade tão caótica presenciar um fio de esperança. Um fio de esperança na humanidade.

'' Descobri que as pessoas são compostas por camadas e mais camadas de segredos. Você pode achar que as conhece, que as entende, mas seus motivos estão sempre ocultos, enterrados em seus próprios corações. Você nunca os conhecerá de verdade, mas ás vezes decide confiar nelas.''  

Fora ser uma história maravilhosa, Insurgente tem uma crítica social muito grande. Não só para a sociedade como um todo, como também para com as pessoas e seus atos. Corrupção, egoísmo, altruísmo. Até onde você iria pelo próximo? Até onde você vai pelas pessoas que ama? Como conseguir superar os seus próprios erros? Como lidar com sua identidade, com seus sentimentos e sua origem? Leiam e descubram!
Insurgente é mais que cinco estrelas!

''Talvez seja porque é a verdade, e, se há uma noite para ser honesta, a noite é esta. Esta noite serei honesta, altruísta e corajosa. Serei Divergente.''


Especial de despedida Saga Divergente!
Livro:Convergente - Divergente - Livro 3 - Veronica Roth

Eu escolhi por não fazer resenha desse livro, só um comentário, acredito que não tenho uma capacidade psicológica para resenhar ele no momento, nesse mês é o segundo livro que sinto que fui atropelada durante a leitura, (O primeiro foi Princesa mecânica - que acabou comigo de uma forma diferente!). Convergente é um livro INCRÍVEL, um final, que... Nossa! são muitas emoções. Mas terminei ele muito triste. CHOREI nas últimas cinquenta páginas, e fiquei esperando aquela trollagem! Sabem!? Quando os Autores brincam com a gente, fazem todos sofrer e de repente saem falando: ''Calma! Brincadeirinha!!! Seu tolo!''. Mas essa parte não veio, e continuei lendo e não veio, fui me desesperando e sentindo tudo que estava sendo narrado. Bem... O que posso dizer é que terminei o livro aos prantos e não acreditei naquele fim. No mínimo a Autora foi incrivelmente ousada ( Audaciosa!) e mandou um recado para todos e qualquer um: '' Oi! Eu sei que vocês me amam, mas o livro é meu e eu termino a minha história do modo que eu quero! Sofram!''
Foi o que senti!

Vão me perguntar: Paula você gostou do livro? Sim! O livro é tão bom quanto toda a trilogia, sabe mexer conosco e tem uma crítica política e social maravilhosa. Uma série que vou indicar e amar para sempre, acredito! Mas eu não estava preparada para ler ele agora. Nada podia ter me preparado para aquele fim! Espero que leiam e tirem suas próprias conclusões e angustias!

A saga Divergente terminou e acabou com meu coração! Mas não deixaria de ler! Nunca! Valeu cada linha lida! s2


Resenha: Quatro - Histórias da série Divergente - Veronica Roth

''Quero carregar algo que me lembre de que, embora as feridas cicatrizem, elas não somem pra sempre. Eu as carrego para todo lugar a que vou, sempre, e é assim que as coisas são, assim que as cicatrizes são.''

Força! Em determinados momentos de nossas vidas somos levados a caminhos que nos fazem sentir fracos e indefesos, e são nessas horas que somos obrigados a procurar a força que existe dentro de nós! Quatro esse personagem tão importante na minha vida literária mostra muito disso! Lá no começo quando comecei a ler a série Divergente da autora Veronica Roth, me peguei pensando no que exatamente se passava na cabeça de Quatro, o que existia por baixo naquela faxada durona, daquele jeitão fodão?! O que Quatro esconde por traz dos seus medos? 

Foi nesse livro, que veio com um super gostinho de presente de natal, que a autora respondeu muitas das minhas perguntas. Na Obra Quatro - Histórias da série Divergente - Veronica Roth conta muito mais sobre a vida, passado, pensamentos desse personagem!  
Na obra contém A Transferência, A Iniciação, O Filho, O Traidor e três cenas exclusivas de Divergente!  

''É você quem precisará conviver com sua escolha - diz ela. - Os outros vão superar, seguir em frente, não importa a sua decisão. Mas você nunca conseguirá fazer isso.''

Divergente é uma das minhas distopias preferidas, surtei durante a leitura dos três livros, o final de Convergente me causou tantas emoções e sensações que na época até falei que não leria mais nada da autora e aquela coisa toda, quando acabamos sofrendo e se apegando demais a uma determinada história! Tempo vai, tempo vêm e quando saiu esse livro Quatro, acabei comprando e logo no começo da leitura se senti arrebatada!   

''Tenho dificuldade em respirar, mas não devido as minhas pernas que ardem; é por causa do meu coração fraco, que se fortalece a cada segundo.''

Sério! Não importa que ele seja um livro fininho, não importa que já conhecemos mais ou menos a história, sabemos quem é o personagem, quando comecei a ler, pirei, larguei tudo, entrei de cabeça na história, sofri com cada gesto, cada aflição do menino Quatro, cada vez que ele se sentiu fraco, aberto e indefeso, como quis matar aquele pai. Isso é, se podemos mesmo chamar Marcos de pai?!? A obra conta sobre a vida de Quatro, desde antes de entrar na Audácia, conta sobre sua mãe, sobre os maus tratos em casa, conta sobre o teste de aptidão, conta sobre a virada de vida que nosso protagonista dá quando entra na facção, iniciação, amigos, como foi difícil Quatro conseguir interagir com as pessoas, conta sobre seu instrutor Amah, conta sobre como surgiu o conflito e competição entre ele e Eric, enfim, mergulhamos na cabeça de Quatro! Sentimos, sofremos, entendemos e descobrimos muitas coisas!    

''Medo de que possa haver algum tipo de violência oculta dentro de mim, forjada pelo meu pai e pelos anos de silencio aos quais minha facção me submeteu.''

Foi um livro indispensável e muito especial, uma leitura muito prazerosa e incrivelmente empolgante! Amei ler e descobrir tanto mais sobre a história como um todo! Tudo se encaixou! Me peguei pensando em como nunca vou me cansar desse enredo e desses personagens, a autora apesar dos pesares é muito inteligente, ela é muito feliz na forma que consegue passar a história, a forma que monta os pensamentos, os parágrafos, meu livro ficou todo marcadinho, cada trechinho que para mim é um tesouro!   

''Por um instante , sinto que ele está me mostrando um lado secreto de si, cuidadosamente escondido sob camadas de charme, humor e bravata da audácia, e isso me assusta, porque esse lado secreto é duro, frio e triste.''

Quatro foi um mocinho que me conquistou aos poucos, logo de inicio não vi nada de demais nele, e em determinado ponto da história me peguei suspirando, e pronto ele era indispensável para mim! A Saga Divergente não seria completa sem Quatro, sem a história dele, sem sua lição, sem sua força, um menino que de invisível, se fez lutar e conseguiu seu próprio espaço, mas não perdeu sua essência e nem seus ideias no caminho!
Quatro é forte, altruísta, corajoso, inteligente e leal! E no fim foi tudo que importou!        

''É estranho ocupar tanto espaço apenas existindo, quando eu costumava desaparecer com tanta facilidade. Isso me faz sentir um pouquinho mais forte, um pouquinho mais estável.''


Paula Juliana

12 comentários:

  1. Oi Paula, amei sua overdose, eu li tem tempo toda a saga e nossa, acabou comigo aquele final de Convergente e olha fiquei tão desanimada depois que nem fiz questão de ir ao cinema ver o filme..
    Amei recordar a Saga lendo sua postagem..

    Beijinhos Mila
    Daily of Books

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  2. Olá Paula,

    adorei sua publicação, seu especial sobre toda a saga, eu não tenho os livros da série e nunca li, mas pretendo ler ou ao menos assistir os filmes. Ficou muito bom mesmo seu especial, está de parabéns. www.sagaliteraria.com.br

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  3. Olá Ju,
    Nunca li a série, e até agora só assisti os dois primeiros filmes, mas eu consigo amar todo o enredo e sentir a emoção de cada cena. Já vi pessoas horrorizadas com o final de Convergente, e recebi um spoiler (broxante) e também senti muita dor no peito.
    Nossa, como você consegue escrever bem, tá lindo o post.

    Abraços,
    www.isaaczedecc.blogspot.com

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  4. Oie! Conheço as obras da autora apenas por título, pois nunca me interessei em assistir aos filmes ou iniciar leitura das obras. Não sei dizer exatamente por qual motivo isso acontece, porque, por mais que eu reconheça a fama da saga, não consigo achar nada nela que me atraia, sabe? Ainda tenho vontade de dar uma chance e, quem sabe, formar uma opinião positiva. Minha melhor amiga foi assistir o último filme lançado e ficou decepcionada, pois não foi tudo o que ela esperava. Isso me desencoraja bastante a me aprofundar na série. Entendo seu comentário sobre ter medo de não passar a grandeza da obra através da resenha. Isso sempre acontece quando vou escrever sobre meus livros favoritos, hih.

    Beijos,
    Fernanda F. Goulart,
    Império Imaginário.

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  6. Olá, Paula!
    Que bom que vc gostou tanto assim... Li algumas críticas negativas e é bom conhecer outro lado...
    Mas acredito que pelo meu receio prefiro conhecer a história através dos filmes, por ser mais rápido...
    Adoro distopias tb, mas gosto de variar bastante e atualmente estou priorizando outros gêneros...

    Parabéns pela resenha
    Bjo
    Coordenadas Literárias

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  7. Nossa, emocionante, a série realmente mexeu com você, sempre bom quando isso acontece, gostei da resenha de todos os livros juntas, mas achei que ficou bem grande, teve uma hora que me perdi um pouco, porém, também fiquei encantada com suas palavras, não tinha vontade de ler a série e ao final de seu texto, minha vontade mudou completamente.

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  8. Nossa! Isso que eu chamo de overdose literária! Hahaha
    Pra ser sincera, ainda não li os livros, apesar de serem tãããooo famosos... Sou meio atrasada kkkk
    Tenho interesse em ler, e depois de seu post, fiquei mais curiosa ainda.

    Beijos
    http://albumdeleitura.blogspot.com.br

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  9. Sou apaixonada por esse trilogia de livros e contrariando a maioria adorei o ultimo livro. Quando começou a sair os filmes adorei, mas ai saiu o terceiro e sinceramente eles se perderam, querem fazer algo diferente do ultimo livro e perdeu totalmente a essencia da estória e nem pelas mudanças pois eu assisti com a minha irmã desde o primeiro e ela nunca leu os livros e achou esse ultimo mega viajado, tenho até medo dessa segunda parte.

    Bjos
    http://rillismo.blogspot.com.br/

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  10. Olá Paulinha,

    Sei bem o que é escrever sobre algo que lemos e nos envolvemos e amamos tanto que fica difícil escrever.
    Gostei de saber que a Triz é o sinônimo da coragem e impressionada com o que Beatrice despertou e fez com você, tanto que estou até com medo de iniciar a leitura, hahaha é que me envolvo com as tramas à enésima potência. Mas pelo que você escreveu vale a pena, porque ela é intensa e cheia de conteúdos.
    No livro 2 sua frase iniciou já me conquistou, pois fala exatamente o que penso: o mundo é feito de escolhas/ a vida é feita de escolhas e elas nos definem e querendo ou não sempre estamos escolhendo. Aqui também tem a questão familiar que valorizo tanto como base para todo ser humano e isso para o bem e para o mal. E o livro três pelo que entendi fecha tudo com maestria e a autora se superou. Sem falar que traz uma lição sobre a importância de se mantermos a nossa essência independente de qualquer coisa e quando estamos fracos e achamos que tudo está perdido, encontramos força sabe-se lá de onde e ressurgirmos como uma fênix.
    Parabéns pela belíssima resenha.

    Bjo
    Tânia Bueno
    www.facesdaleitura.com.br

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  11. Olá

    Eu li essa série em dois dias ano passado, o primeiro livro eu gostei, o segundo foi mais ou menos e o terceiro foi uma leitura arrastada, teve momentos que me emocionei,mas esperava mais, principalmente de alguns personagens secundários, que pareciam que só estava ali de enfeite, gosto quando eles tem um destaque maior, é uma distopia que gosto, mas está longe de ser uma das melhores, adorei o post.


    Bjss

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  12. Paula, parabéns pela resenha, muito bem escrita e envolvente. Fique tranquila que você conseguiu passar essa ótima sensação que teve com o livro pra mim! Eu me sinto a diferentona por não ter lido esta trilogia ainda, mas eu quero ler sim, e vou ler um dia. Quando isso acontecer,eu volto pra dividir minhas experiências com você, beijão querida!

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